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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A POLÍTICA DO BRASIL NO BOTE DA COMÉDIA


 










Será que o salva-vidas do Brasil será a comédia? A pergunta me ocorre diante do fato de a política brasileira estar afundando em escândalos, principalmente no cenário federal. A política do Governo Lula 3 e o ativismo judicial promovido por certos megalomaníacos no STF têm se tornado um susto diário — um absurdo, facilmente transformado em piada.

Em março, o comediante paraense Murilo Couto fará um show de stand-up comedy em Marabá, no Teatro Municipal Eduardo Abdelnor, localizado na Folha 16 (Núcleo Nova Marabá). Um dos esquetes de Murilo ironiza e satiriza tanto os absurdos quanto as lambanças do ministro Toffoli na condução do caso do Banco Master.

Embora seja papel da grande imprensa comunicar o fato de Toffoli transformar o STF em uma espécie de sede da Polícia Federal, relatar a falta de ética do ministro ao viajar com advogado do Banco Master e repercutir que seus parentes têm finanças ligadas ao banco, são os humoristas que realmente têm falado aos ouvidos do povo brasileiro.

Em outras palavras, a realidade da política brasileira tem sido um dos materiais mais ricos e capazes de produzir cortes virais nas mãos dos comediantes. Tratar a realidade política de forma séria e juridicamente aceitável não tem sido suficiente para que o bom senso e a égide da justiça voltem a imperar no Brasil.

Claro que, quando atacavam a Direita — Bolsonaro, Nikolas e outros nomes do conservadorismo — os arautos do humor, como Leo Lins, Marcelo Duque e Diogo Portugal, não sofriam a represália que hoje enfrentam. Basta falarem um “ai” sobre o filho do Lula ou sobre a careca do “Xandão” e sua digníssima, que logo passam a cogitar prisão, na mesma toada do que já ocorreu contra Leo Lins.

Enfim, a luz de alerta acendeu. Murilo Couto é mais um dos que colocam na própria testa o alvo do cancelamento. E, a meu ver, é a melhor hora para vir a Marabá e também dar um choque de realidade cara a cara.

E, por falar em alerta, deixo outro: a grande preocupação é se, nos próximos capítulos do drama político brasileiro, houver um plot twist. Isto é, se quem de fato vai dar o bote nos comediantes, no melhor estilo cascavel, será o sistema. Veneno mata, mas não tanto quanto os abraços dos afogados. Melhor que entrar em desespero é subir no bote da comédia.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Igreja Quadrangular de Marabá conclui “Projeto de Vida 2026” com participação do pastor Paulo Bengtson



















Na noite desta quarta-feira, 14 de janeiro, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) em Marabá, na Região 337, celebrou o encerramento da campanha "Projeto de Vida 2026". O evento foi organizado pelo pastor superintendente Ronisteu Araújo e reuniu centenas de fiéis em uma noite de fé e planejamento espiritual.

O destaque da celebração foi a participação do pastor Paulo Bengtson, líder estadual da Geração Forte, que ministrou uma mensagem inspiradora aos presentes. Durante o culto, os participantes puderam renovar suas esperanças e metas para o novo ano que se inicia.


Congresso Estadual de Homens em Belém

Logo após o encerramento, representantes do Grupo Missionário de Homens (GMH) trouxeram novidades importantes. O pastor Alexandre Laia Sousa e os relações públicas Marcelo Mendes comunicaram ao pastor Paulo Bengtson, em primeira mão, os preparativos para o Grande Congresso Estadual de Homens. 

O evento está marcado para o início de maio, em Belém, e a IEQ de Marabá já está organizando uma grande caravana para participar da celebração na capital. O grupo busca o apoio da liderança estadual para fortalecer essa iniciativa, que promete mobilizar homens de todo o Pará em um momento de união e missão.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

TODO AMOR, AMOR TODO

Nos meus todos não existem metades.
No meu amor só o amor cabe!
Se são, ou melhor, foram 
Muitíssimos amores,
A nenhum direi:
Amei em parte
Ou
Amei metade.
Pelo contrário, 
Direi amei em tudo,
Amei por todo,
Amei o quanto cabe.
Amor,
Pra se amar em partes,
Não quero, 
Não vou,
Não me cabe.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

A IMPUNIDADE É O MAIOR DOS CRIMES

O que acontece no momento em que as pessoas assistem a injustiças? Quando elas presenciam a injustiça na forma de impunidade? Qual é o impacto, qual é o efeito disso em suas mentes? Eu, na maioria das vezes, fico reflexivo. Um pouco paralisado, pensando no absurdo que meus olhos veem.

Entendo que esse impacto depende, geralmente, de múltiplos fatores: o meio, o tipo de injustiça e meu vínculo em relação a quem, porventura, sofre com a impunidade.

Por exemplo, o meio pelo qual essas situações ou cenas de violência, de patente injustiça, chegam: pelo celular, pela TV. Ou quando eu presencio a ocorrência delas. Isso mexe na minha sensação de potência ou impotência reativa perante os fatos.

Vejamos. Que potência tenho se, ao ir à padaria, vejo a notícia de um bandido solto em audiência de custódia, enquanto a vítima desse assassino vai para debaixo da terra e os familiares padecem com o silêncio e a ausência de representantes dos direitos humanos? Nenhuma, imediatamente falando.

Agora, eu posso evitar o “sucesso” das pequenas injustiças praticadas no dia a dia, coisa que acostuma muita gente que gosta de sair impune. Na fila do pão – a gente precisa sair da padaria –, se vejo à minha frente uma pessoa ser atendida por dar uma de espertinha e violar a vez de quem estava ainda mais à frente — que chegou bem antes de nós dois: de mim, o “assistidor”, e do pentelho à frente, o espertalhão — obviamente que a potência aumenta. Assim, podemos cobrar que o atendente seja justo e não permita que a injustiça ocasione a impunidade.

Embora exista uma gradação entre maior ou menor relevância social, todo um abismo entre esses dois exemplos de impunidade, a do bandido solto dolosamente e a do espertalhão na fila do pão, é necessário avaliarmos os efeitos da impunidade em todas as esferas da sociedade.

Na verdade, o impacto de cada caso vai muito além do aspecto visual. Muito além da cara que fazemos, quer de consternados, quer de revoltados.

Quando presencio a injustiça na forma de impunidade, todos os meus sentidos ficam num esforço contínuo, acredito que seja para reagir, isto é, para gerenciar os fatos que chegam até mim e como vou entender o que é a vida — ou seguir entendendo o que é a vida a partir dali. Mais: o que vou fazer com o que é vida ao ver que a vida também é aquela impunidade ali, na minha cara.

Sabemos que mais um fator é a nossa relação, nossa intimidade, nosso vínculo com quem padece a impunidade. Não posso esperar para reagir e agir, para usar a potência que tenho, apenas quando minha relação com quem sofre injustiça seja a de quem tem a vítima em seu campo de afeto — por motivos sanguíneos, um familiar, afetivo-sociais, um amigo de infância, ou até filosófico-existenciais, alguém da minha igreja, do meu partido ou da minha profissão.

Quando a justiça não é feita, toda a sociedade sai perdendo. Quando a impunidade torna-se a regra, as pessoas do povo passam a desacreditar nas leis, passam a perder a confiança naqueles que deveriam executá-las.

No fim das contas, a impunidade é um tipo de maldade que consegue ser maior que o crime cometido. Ela torna todos nós culpados em alguma medida. Porque todos temos a capacidade, a potência de se importar. Seja adulto, seja idoso. Até uma criança chega a um momento da infância em que percebe que as injustiças não pertencem a bem nenhum. E que o coleguinha merece ajuda. Justa ajuda.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

II Encontro Municipal de Bandas e Fanfarras agita Marabá com ritmos e talentos locais
























A manhã desta quarta-feira, 19 de novembro, foi marcada por sons vibrantes de tambores, pratos e fanfarras no II Encontro Municipal de Bandas e Fanfarras, realizado no Museu Municipal Francisco Coelho. O evento reuniu estudantes de escolas municipais e regionais em uma celebração da música e da cultura paraense, promovendo integração, disciplina e o resgate das tradições locais.  

Organizado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) em parceria com a Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM), o encontro contou com oito bandas de percussão formadas por alunos do Ensino Fundamental. O público — composto por famílias, educadores e moradores — lotou o espaço e aplaudiu com entusiasmo cada apresentação.  

Educação e cultura de mãos dadas

Para o secretário de Educação, Cristiano Lopes, a iniciativa reforça a importância da música na formação cidadã:

“Os alunos saem daqui mais confiantes e conectados com todo o ensinamento que a inteligência musical proporciona. Nosso objetivo é criar, para 2026, um evento no calendário letivo municipal, no formato de campeonato, com torcidas e premiação aos vencedores.”  


Ensaios que transformam vidas

O professor Walkimar Guedes, do Departamento de Música da Semed, destacou o esforço contínuo dos estudantes:

“Esse é um momento importante para que os alunos tenham socialização e mostrem o resultado dos ensaios. Durante toda a semana eles estão produzindo suas marchas. Algumas bandas de outros estados já manifestaram interesse em participar, o que fortalece a cultura musical em Marabá. Hoje o projeto atende 44 escolas, sendo 10 da zona urbana e 4 do campo.”  


Emoção e superação

O maestro Weigno Leite, da Banda de Percussão Odílio Maia, ressaltou o impacto do projeto em comunidades carentes:

“Trazer a cultura para dentro da escola é algo único. Os alunos ficam tão ansiosos que às vezes nem dormem. É gratificante ver o resultado na vida deles, tanto na musicalização quanto na questão social. Hoje trouxemos 22 alunos, mas a banda tem 40 instrumentos e estamos preparando também os de sopro para integrar às próximas apresentações.”  


Cultura em expansão

Representando a FCCM, o maestro Amarildo Coelho celebrou o encontro como resultado de anos de trabalho:

"Esse momento é glorioso pra nós, porque estamos vendo o resultado das extensões da Casa da Cultura e da parceria com a Semed. É maravilhoso ver profissionais atuando nessas escolas e fortalecendo a cultura.”  


Música como presente


O professor Daniel Oliveira (UEPA), responsável por três bandas, destacou o valor da iniciativa:

"Pra vida desses alunos, que passaram meses estudando música, isso é um presente. É o primeiro contato de muitos com a música, e para alguns é tudo ao que eles se agarram. Isso deveria estar inserido na grade curricular de todas as escolas.”  


Emoção na Vila União

O professor Josias Ramos, da Banda de Percussão Jardeon de Souza (EMEF Faixa Linda), relatou a emoção dos alunos e familiares:

"É a primeira vez que eles participam e está sendo incrível. Uma mãe chorou de emoção ao ver o filho se apresentar. Esse é o resultado que esperamos: emoção e confiança. Essa parceria entre família, comunidade e escola é fundamental.”  


Orgulho marabaense

A professora Amanda Vieira, da Banda Marabela (EMEF Tancredo Neves), destacou o marco para a cidade:

“É a primeira vez que temos um evento grande com várias bandas tocando músicas além das marchas. Estou muito feliz e orgulhosa. Isso é um marco para Marabá e espero que se repita todos os anos.”  


Intercâmbio cultural

O professor Waldemar Guedes trouxe a Banda de Percussão de Itupiranga, convidada especial, ampliando o intercâmbio cultural entre municípios.  


Já a estudante Ramilly Caroline, de 18 anos, emocionou-se ao falar da experiência:

“É maravilhoso ver que a prefeitura de Marabá e a de Itupiranga desenvolvem esses projetos para os jovens. Antes não havia oportunidades e muitos se envolviam em coisas desnecessárias. Agora temos momentos que transformam nossas vidas. Espero que esse seja o primeiro de muitos encontros.”  


Encerramento em grande estilo


A manhã foi concluída com apresentações da Banda Som do Arco (EMEF Arco-Íris), Banda Raquel de Queiroz (EMEF Pedro Marinheiro e Prof. Raimundo Gomes) e, por fim, a explosiva Banda Som da Juventude (EMEF Geraldo Luiz Gonzaga), que colocou o público de pé.  


O II Encontro Municipal de Bandas e Fanfarras mostrou que a música é capaz de transformar vidas, unir comunidades e valorizar tradições. Mais do que um espetáculo, o evento consolidou-se como um marco cultural em Marabá, reforçando o papel da educação musical como patrimônio imaterial da região e preparando o caminho para futuras competições e intercâmbios nacionais.