terça-feira, 4 de agosto de 2026
O que faz um deputado federal? Pastor Paulo Bengtson responde em novo vídeo
segunda-feira, 27 de julho de 2026
A EXTREMA-ESQUERDA BRASILEIRA: VISÍVEL E “INVISÍVEL”
A extrema-esquerda brasileira está impossível! Ela não pode mais ser ocultada, escondida convenientemente.
Ela é uma bomba de sadismo! Esse episódio em que o “jovem” pré-candidato e comunista Jon Manoel afirma defender, SEM RESTRIÇÕES, “todas as formas de resistência do povo palestino”, ou seja, incluindo o estupro individual e grupal de mulheres, meninas e crianças, despenca como uma bomba terrorista, explodindo nas telas de celulares, TVs e redes sociais por todo o Brasil.
E agora? O que vamos fazer? Vamos continuar aceitando que, na opinião pública dos brasileiros, siga existindo, arquitetadamente, somente a extrema-direita? Isso não dá mais. O teatrinho tem que terminar.
Portanto, neste texto, infelizmente, sou obrigado a decretar e documentar o RG dos extremistas. Faço um desabafo, mas ele vem com fundamentação. Até quando as universidades, a imprensa, as artes e os poderes constituídos vão fingir que o totalitarismo esquerdista não fomenta a tensão e o caos? Vão fingir mesmo que a mentalidade da extrema-esquerda não segue promovendo a realidade de terrorismo vivida pelos brasileiros?
A extrema-imprensa internacional rotulou Charlie Kirk de extremista e conservador, praticamente chancelando o assassinato covarde que o vitimou. Isto é, o modo de operar da extrema-esquerda é o mesmo no mundo inteiro. De maneira sub-reptícia, a imprensa esquerdopata e seus ideólogos, especialistas de opinião comprada, desumanizam os adversários políticos da agenda woke, a fim de que os fanáticos não se sintam culpados e abjetos ao tentarem matar ou matarem, de fato, os conservadores. Afinal, eles não nos matam porque somos extrema-direita. Eles nos rotulam de extrema-direita para justificar nos matar.
Em outras palavras, isso é aquela velha artimanha leninista: “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”. É o estratagema que nunca caduca.
Na verdade, a manipulação linguística e o monopólio conceitual do que seja ou não um extremista operam diariamente nas mídias, nas academias e nos meios de produção cultural. Porém, pouco tem sido feito para denunciar esse mecanismo de manipulação psicológica empreendido pelos produtores das opiniões em forma de enlatados, que são derramadas e distribuídas com vilania na sociedade.
sábado, 18 de julho de 2026
Labirinto dos sentimentos
quarta-feira, 1 de julho de 2026
A direita precisa vencer a si mesma antes de vencer as eleições de 2026
terça-feira, 16 de junho de 2026
20ª OBMEP – Cerimônia premia 118 estudantes no Teatro Municipal Eduardo Abdelnor
Ontem (15), 118 estudantes foram
condecorados com medalhas durante a Cerimônia Regional de Premiação da 20ª
OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), realizada no
Teatro Municipal Eduardo Abdelnor, em Marabá. Do total de premiados, 39 são
estudantes marabaenses.
O evento reuniu representantes de
municípios das regiões Sul e Sudeste do Pará, como Goianésia do Pará, Jacundá,
Nova Ipixuna, Parauapebas, Redenção, Rondon do Pará, Tucumã, Xinguara, entre
outros.
Os coordenadores da Região PA02,
Elizabeth Sabino e Fabio Barros, destacaram que, dos 39 municípios que integram
a regional, 22 foram premiados na edição 2025 da OBMEP, totalizando a entrega
de 118 medalhas.
Segundo a organizadora Elizabeth
Sabino, a cerimônia tem como objetivo coroar o empenho dos alunos premiados e,
ao mesmo tempo, incentivar as escolas, os pais e toda a comunidade escolar.
“Também é um reconhecimento às secretarias de Educação, pois temos 22 municípios envolvidos nesta cerimônia. Temos 94 alunos premiados com medalhas estaduais e 24 alunos premiados com medalhas nacionais”, enfatizou Sabino.
As premiações contemplaram
medalhas nacionais de prata e bronze, além de medalhas estaduais de ouro, prata
e bronze nos níveis 1, 2 e 3.
De acordo com Arley Novais, da
Diretoria de Ensino do Campo (Decamp), a Olimpíada fomenta o interesse e o
estudo de um importante componente curricular: a Matemática.
“Participam tanto os estudantes da rede pública municipal quanto os da rede privada, porque todas as escolas têm a oportunidade de vivenciar essa experiência. A OBMEP incentiva os alunos a se aperfeiçoarem e a desenvolverem o gosto por uma disciplina que, para muitos, ainda é um ‘bicho-papão’. No entanto, vemos nos estudantes premiados o desejo de aprender mais e de se superar. Ouvimos vários deles dizerem que, neste ano, conquistaram uma medalha de prata, mas que no próximo buscarão a de ouro. Eles querem demonstrar os conhecimentos que vêm adquirindo”, observou.
A diretora da Escola Anísio
Teixeira, Odineia Sousa, e a professora Vandeildes Medeiros celebraram a
conquista dos estudantes Ágila Araújo, Andreilson Silva e Felipe Alves,
premiados com medalhas de bronze.
A professora Maressa Parizi,
formadora de Matemática da Decamp/Semed, destacou que o momento é de grande
importância porque abre muitas portas para os estudantes, especialmente para os
alunos do campo.
“Essa conquista incentiva os estudantes a se dedicarem ainda mais aos estudos e também serve de exemplo para outros professores, que podem estimular seus alunos a participar das olimpíadas e buscar novas conquistas”, ressaltou.
A 21ª edição da OBMEP já está em
andamento. No dia 9 de junho, as escolas participaram da primeira fase da
competição. A segunda fase, composta por prova discursiva, será realizada em 17
de outubro.
Marabá foi o município com maior
número de medalhistas da Regional PA02, somando 39 medalhas. Em seguida
aparecem Parauapebas, com 18, e Paragominas e Rondon do Pará, empatados com
oito medalhas cada. Dom Eliseu completa o ranking dos destaques, com seis
premiações.
COMO FUNCIONAM AS FASES DA
OBMEP
Para a segunda fase da OBMEP
2026, serão classificados os 5% dos estudantes com as melhores notas em cada
escola na primeira fase. O resultado da etapa inicial, com a lista dos
classificados, será divulgado em 3 de agosto.
A competição é dividida em três
níveis, correspondentes às diferentes etapas da escolaridade: Nível 1: 6º e 7º
anos do Ensino Fundamental; Nível 2: 8º e 9º anos do Ensino Fundamental; Nível
3: Ensino Médio.
Essa divisão busca adequar a complexidade das questões ao nível de conhecimento matemático de cada faixa etária. A prova da OBMEP possui 20 questões objetivas na primeira fase e seis questões discursivas na segunda fase.
