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sábado, 14 de março de 2026

Feminicídio ou Marketing: Como confiar em quem manipula os fatos?


A deturpação de dados por políticos lulopetistas e esquerdistas, como os do PT e PSOL, revela uma agenda autoritária que manipula estatísticas para justificar leis repressivas, criminalizando discursos conservadores ou "redpill" que desafiam sua ideologia feminista radical – apelidada de "FemiNazismo". 

Assista ao vídeo do advogado Eduardo Camargo no link acima ou aqui.

Essa sanha totalitária visa censurar a direita, avançando uma engrenagem de poder que desequilibra a democracia. 

Sem resistência, o Brasil perde a paz, vítima de pautas ideológicas sem escrúpulos éticos. É urgente combater essa manipulação para restaurar o equilíbrio democrático no país. 

Destaco: SABEMOS que causa da mulher é justa e necessária — ninguém nega a luta contra a violência que fere e vitima muitas mulheres. Mas políticos de esquerda (PT, PSOL e aliados) exploram essa bandeira para manipular a sociedade com dados distorcidos e narrativas ideológicas.

Manipulação de estatísticas

Os números de feminicídio são inflados ou mal classificados para alimentar pautas políticas. Casos em que uma mulher mata outra mulher (ou crimes sem motivação de gênero clara) acabam enquadrados como feminicídio, distorcendo a realidade e servindo de justificativa para leis mais repressivas.

Uso político da causa

Em vez de soluções reais, a esquerda transforma a defesa das mulheres em ferramenta eleitoral: discursos inflamados, leis autoritárias e estatísticas seletivas que ignoram falhas no sistema de registro e investigação. O resultado? Avanço de agendas ideológicas, não de proteção efetiva.

Falta de lisura nos dados

O sistema brasileiro de coleta de dados sobre violência contra a mulher é criticado por inconsistências e subnotificações seletivas.

Precisamos de transparência e rigor técnico — não de números manipulados para favorecer narrativas partidárias.

A luta das mulheres merece seriedade, não instrumentalização política. Chega de usar a dor real para ganhar votos!

Feministas caladinhas... ou feitiço virando contra o feiticeiro?




A imagem não deixa dúvidas: a "violência política de gênero", termo tão caro a certos grupos, parece ter seletividade ideológica. Quando o alvo era apenas Bolsonaro, grande parte da imprensa (a Extrema-Imprensa) assistia de camarote, muitas vezes endossando o massacre. 

Agora, a jornalista Malu Gaspar sente na pele o que é ser linchada pela esquerda enquanto o "sistema" — seja o da serpente sem dedo e barba ou o do careca de toga — é poupado.

Thaís Oyama aponta o óbvio: o feminismo se calou. Mas a verdade é que vocês, da imprensa, chocaram esse ovo por muito tempo. Alimentaram o monstro da censura e do autoritarismo achando que seriam imunes. Pois bem, o ovo eclodiu e a violência agora bate à porta de quem ajudou a criá-la.

Não há mais espaço para isenção de fachada. A liberdade de expressão e a democracia real só serão restauradas quando instituições como o Senado tomarem as rédeas e pararem de aceitar o arbítrio. É hora de colocar a liberdade de volta no seu lugar de direito.

Avante! 🇧🇷

terça-feira, 10 de março de 2026

Gestão Toni Cunha apresenta avanços significativos na saúde de Marabá no primeiro ano de governo


O primeiro ano da gestão do prefeito Delegado Federal Toni Cunha (PL), eleito para o mandato de 2025 a 2028, encerra-se com indicadores positivos na rede pública de saúde, revelando um cenário de expansão nos atendimentos e melhoria na eficiência hospitalar. Com uma população de aproximadamente 300 mil habitantes e a responsabilidade de ser o polo de saúde para mais de 20 municípios da região, Marabá enfrenta desafios estruturais históricos, mas os números de 2025 apontam para uma mudança de patamar nos serviços oferecidos pelo Hospital Municipal de Marabá (HMM) e pelo Hospital Materno Infantil (HMI).

Expansão de Atendimentos e Cirurgias

De acordo com dados oficiais comparativos entre 2024 e 2025, a rede municipal registrou um crescimento em praticamente todas as frentes de atuação sob o comando de Toni Cunha. O destaque principal fica para os atendimentos no Pronto Atendimento (PA) do HMM, que saltaram de 109.260 em 2024 (gestão Tião Miranda) para 120.384 em 2025, um aumento expressivo de mais de 11 mil atendimentos.

A produtividade cirúrgica também apresentou evolução, com 3.960 procedimentos realizados no HMM em 2025, superando os 3.877 do ano anterior. Esse avanço é crucial para uma cidade que absorve a demanda de cidades vizinhas, aliviando a pressão sobre o sistema regional.

Maternidade e Imunização em Alta

No Hospital Materno Infantil (HMI), os números refletem um fortalecimento da assistência à mulher e à criança. O número de partos realizados subiu de 4.361 para 4.806, um acréscimo de 445 nascimentos assistidos pela rede municipal. Paralelamente, as internações no HMI cresceram em 303 casos, totalizando 6.871 em 2025.

A prevenção também foi prioridade: Marabá aplicou 212.878 doses de vacinas ao longo do primeiro ano da gestão de Toni Cunha, superando as 210.722 doses aplicadas no último ano da gestão anterior.

Redução da Mortalidade: O Indicador Mais Crítico

O dado mais celebrado pela atual administração é a redução no número de óbitos no Hospital Municipal. Enquanto em 2024 foram registrados 363 óbitos, em 2025 esse número caiu para 341. A redução de 22 mortes, em um contexto de aumento global de atendimentos e internações, sugere uma melhoria na qualidade do suporte clínico e na agilidade do atendimento de urgência.

O Posicionamento do Prefeito

Em suas redes sociais, o prefeito Delegado Federal Toni Cunha enfatizou que os resultados são fruto de um investimento sem precedentes. "Ninguém investiu mais que o atual governo nos últimos 20 anos", afirmou o gestor do Partido Liberal, reconhecendo, porém, que o caminho ainda é longo. "Há problemas históricos que estão sendo enfrentados e demandam tempo. Há muito para fazer, e estamos fazendo".

O prefeito também aproveitou para rebater críticas políticas, classificando ataques de opositores como tentativas de "extorquir o governo" e "tripudiar sobre mortes". Para Toni Cunha, a resposta aos adversários vem através dos indicadores técnicos: "Mas nada vencerá o trabalho, a verdade e a justiça".

Desafios como Polo Regional

A complexidade da saúde em Marabá reside no fato de a cidade operar como um polo para o sul e sudeste do Pará. O desafio de gerir o HMM, o HMI e o Hospital Regional exige um equilíbrio constante entre o atendimento à população local e a demanda flutuante das mais de 20 cidades vizinhas. Os números de 2025 indicam que, apesar da pressão migratória e das carências estruturais, a gestão de Toni Cunha conseguiu ampliar a oferta de serviços e, mais importante, preservar mais vidas.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Carnaval contra a família


Homenagem a Lula teve evangélicos em lata de conserva

A propaganda do ódio consegue pintar nas mentes, mesmo nas mais preto e branco que possam existir, o quadro mais cruel do amor. Ela consegue atribuir ao amor a face mais nefasta possível. Incrivelmente, o poder de anunciar o mal como se fosse um bem é coisa que só a propaganda tem. E quem está por trás de tamanha arte de pintar a injustiça e a maldade? Isto é, quem são aqueles que conseguem anunciar conferindo vilania aos seres mais caridosos?

Pelo menos três coisas precisamos pensar antes de entender quem são os manipuladores da propaganda do ódio: o seu público-alvo, os seus recursos e os seus porquês.

Primeiramente, as mentes preto e branco são as de milhares de pessoas que querem viver suas vidas com alegria, com lazer, com amor — viver principalmente tendo que vencer a canseira natural da vida: trabalhar, lutar pelos sonhos, pagar impostos, resolver problemas etc. Milhões de pessoas carregam consigo as mentes mais naturais possíveis. Eu penso que é gente cheia de esperança e de confiança na vida.

E digo mais: a maioria dos brasileiros que são alvos das propagandas do carnaval querem simplesmente comunhão. Querem viver bem. E ter diversão integra as práticas do viver bem e da comunhão. Hoje sabemos que até a alma mais desgraçada na porta de um bar possui o rosto de alguém que só quer comunhão, que, em certo sentido, só quer Deus. Em resumo, é apenas gente cuja inocência — provocada, repito, pela soma da esperança e da confiança na vida — nos faz acreditar que os políticos brasileiros jamais conseguirão ser tão bandidos a ponto de roubar-nos a alegria de gozar dias felizes.

Em segundo lugar, há muita grana sendo usada pela propaganda do ódio. Milhões no Brasil, bilhões pelo mundo. Porém, toda essa grana não se compara a todo o conhecimento científico que é reunido para poder emplacar, imprimir nas mentes alheias o senso do bem pelo mal, a troca do certo pelo errado. A propaganda entra pelos olhos e ouvidos das pessoas, pelo meio fisiológico que for possível usar, promovendo o impacto psicológico necessário para influenciar as pessoas a acreditarem que a grama não é verde.

Os recursos linguísticos, todo o estudo sobre a psicologia do consumo, todo o estudo sobre a semiótica a favor da propaganda, toda a sabença já reunida pelas ciências do comportamento humano estão sendo usados para desenhar na mente das pessoas as maiores desumanidades.

E os porquês dessa gente? Não apenas para ter mais grana dessa mesma grana que tanto gastaram. Não apenas para ter mais conhecimento científico cuja manipulação das massas seja comprovada. Os seus porquês continuam sendo aniquilar tudo aquilo que o Senhor Jesus Cristo ensinou. Tentam anular tudo aquilo que o Filho de Deus defendeu. Querem — e seguem querendo — destruir a família, genuinamente constituída como projeto de Deus.

E quem são esses senhores da propaganda do ódio? No bom estilo All the President's Men (1976), respondo com um: “Follow the money!”

Nutrindo o terreno vazio

Palavras ditas ao vazio,

Ditas em direção ao buraco do coração

Alheio.

Sonorosas abriduras das manhãs,

As bomdiações,

As curinguices,

Os mistérios de fome,

De desejo,

De nutrição e de ócio.

Comunico,

Digo as tonturas e torturas,

Passeio por memórias do que aconteceu,

Compartilho,

Tal e qual memórias do que poderão ser,

Imaginações que superam o abismo.

Li, por Larry Crabb[1], o quanto Maggie Ross sondou,

Sapienciou,

O quanto a solidão denuncia Deus necessitado em nosso âmago.

A solidão como anseio dele.

Aos cachos escuros da negra noite,

Nas vastidões dos-sem-motivos para carnavalizar,

Como em qualquer tempo,

Falo com o que é contra ou com o que é surdo:

E não me ouço como não ouço ninguém a responder.

Mas, sigo...

Não padeço da cara crua nem do peito morno.

Sou irradiações,

Mais que alfa, beta e gama.

Sigo atravessando,

Com ou sem travessuras advindas da boca muda,

Do ser irrespondedor.

Minha palavra é alimento.

Nutre, eu sei!

É vida que vai de mim, mas não veio de mim.

Eu extraio,

Torço as raízes que preciso para confeccionar as tintas,

Farei as pinturas que pintarei como minha fala nutritiva.

Formarei paixões e romances na mente da noite.

Desde o amanhecer,

Até mesmo nas inoportunas horas,

Emana o que não me atrevo a furtar de ninguém.

Darei dos tesouros que me deram.

Cumprirei não uma sina e,

Sim,

Plantarei os tempos surdos dos amanhãs.

Aqui e acolá o peito esburacado não estará mais vazio.

As arrepiações do nada frutificarão...

As nutrições não eram só para mim,

Tonturas e torturas não eram só as minhas,

O trabalho que comunica amor não falhou.

Nunca falha.

Só fala.

Só fale.

Só falo.





[1] Crab, Larry. O lugar mais seguro da terra. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2022. p. 69.