EINSTEIN PREPARAÇÃO

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domingo, 22 de março de 2026

Maldades que já me fiz por amor

Não perceber que era maldade.

Fingir que não sofria.

Carregar toda a culpa

Carregar toda a culpa até quando sem culpa.

Pensar em amar pouco, amar menos, amar pequeno.

Pensar em não mais amar.

Não me defender.

Desprezar as próprias virtudes.

Paralisar bons trabalhos.

Julgar-me lento quando humanamente era necessário ser lento.

Parar o que eu não queria sequer atrasar.

Menosprezar, inclusive, os talentos mais notórios.

Ferir quem sou como se quem sou nunca bastasse.

Dizer nomes feios.

Não aproveitar o tempo de Graça.

Viver esquecido de que há Misericórdias matinais.

Não viver o remédio do meu choro.

Sepultar em vida o que não merecia morrer.

Encasular-me sem evolução.

Não aguentar com o peso que era justo que eu não aguentasse.

Cegar-me diante dos defeitos que proposito tratar.

Perder a fome.

Literalmente perder a fome.

E, o pior, parar de comer.

sábado, 21 de março de 2026

Dor e oxigênio

Eu mergulho na minha dor

Como quem não tem rumo.

 

Maximizo. Centralizo. Focalizo.

 

Isso não é bom!

 

Asfixio...

Perco a oxigenação do cérebro

Por onde as ideias passam.

Passam só as insolúveis: medo, culpa, impotência

E autocomiseração.

 

Outros órgãos são afetados

Bem como suas capacidades.

Não enxergo mais nada que não seja por ela.

Vou endoendo todos cenários da minha vida.

Perdido, desesperançado à medida que não vejo

Solução para ela.

Sinto dificuldades em tocar a exata natureza das coisas.

Desconfio do que me chega ao tato

Ou simplesmente não sei mais o que fazer

Com nada daquilo que está posto materialmente no mundo.

Questiono: “A metafísica da dor anestesiou todos os meus sensos?”

Ou: “É necessário passar por esse sequestro que a dor me causa?”

 

A dor avança.

Disso não há dúvidas.

Avança porque diante de mim noto a dor escalando para vidas alheias.

Pessoas do meu peito agora são pessoas da minha violência.

Avança porque, do fundo ou do alto dela, sinto que começa a agir involuntariamente.

Ela está ali, saindo pelos meus poros.

Estou suando e fendendo a nauseabunda força que nos humaniza mais que a morte.

Afinal, passamos mais tempo doendo que morrendo.

O tempo é a prova de que uma e outra coisa não são a mesma coisa.

Conscientizo-me de todas quantas puder,

Todas quantas posso, dores que estão soterradas no meu ser.

Vocês não morarão por muito tempo nesse oculto.

Eu sei que eu era cego, mas agora vejo.

 

Um dos sentidos começa a ficar sóbrio,

Depois de tanto tempo enebriado pelos óculos dos meus sofrimentos.

 

Porém, é difícil ter olhos que vejam do lado de dentro.

Vou orando nessa escuridão.

Nessa vastidão, a pouca luz que vem do alto contrasta com

A luz de mim.

Estou tendo medidas das trevas.

Já consigo medir com os palmos das mãos a natureza dos meus atos ferazes.

Torna-se possível desviar os males que a dor deu forma,

Muitas formas, na verdade.

Formas atingíveis,

Que quase conseguiram arrancar os que são do meu peito.

Inclusive, as formas que quase me desenraizaram dos bons sentimentos de quem me ama.

Teu curso, dor.

Ainda respiro...

Saindo dessa travessia.

 

 

 

 

sábado, 14 de março de 2026

Feminicídio ou Marketing: Como confiar em quem manipula os fatos?


A deturpação de dados por políticos lulopetistas e esquerdistas, como os do PT e PSOL, revela uma agenda autoritária que manipula estatísticas para justificar leis repressivas, criminalizando discursos conservadores ou "redpill" que desafiam sua ideologia feminista radical – apelidada de "FemiNazismo". 

Assista ao vídeo do advogado Eduardo Camargo no link acima ou aqui.

Essa sanha totalitária visa censurar a direita, avançando uma engrenagem de poder que desequilibra a democracia. 

Sem resistência, o Brasil perde a paz, vítima de pautas ideológicas sem escrúpulos éticos. É urgente combater essa manipulação para restaurar o equilíbrio democrático no país. 

Destaco: SABEMOS que causa da mulher é justa e necessária — ninguém nega a luta contra a violência que fere e vitima muitas mulheres. Mas políticos de esquerda (PT, PSOL e aliados) exploram essa bandeira para manipular a sociedade com dados distorcidos e narrativas ideológicas.

Manipulação de estatísticas

Os números de feminicídio são inflados ou mal classificados para alimentar pautas políticas. Casos em que uma mulher mata outra mulher (ou crimes sem motivação de gênero clara) acabam enquadrados como feminicídio, distorcendo a realidade e servindo de justificativa para leis mais repressivas.

Uso político da causa

Em vez de soluções reais, a esquerda transforma a defesa das mulheres em ferramenta eleitoral: discursos inflamados, leis autoritárias e estatísticas seletivas que ignoram falhas no sistema de registro e investigação. O resultado? Avanço de agendas ideológicas, não de proteção efetiva.

Falta de lisura nos dados

O sistema brasileiro de coleta de dados sobre violência contra a mulher é criticado por inconsistências e subnotificações seletivas.

Precisamos de transparência e rigor técnico — não de números manipulados para favorecer narrativas partidárias.

A luta das mulheres merece seriedade, não instrumentalização política. Chega de usar a dor real para ganhar votos!

Feministas caladinhas... ou feitiço virando contra o feiticeiro?




A imagem não deixa dúvidas: a "violência política de gênero", termo tão caro a certos grupos, parece ter seletividade ideológica. Quando o alvo era apenas Bolsonaro, grande parte da imprensa (a Extrema-Imprensa) assistia de camarote, muitas vezes endossando o massacre. 

Agora, a jornalista Malu Gaspar sente na pele o que é ser linchada pela esquerda enquanto o "sistema" — seja o da serpente sem dedo e barba ou o do careca de toga — é poupado.

Thaís Oyama aponta o óbvio: o feminismo se calou. Mas a verdade é que vocês, da imprensa, chocaram esse ovo por muito tempo. Alimentaram o monstro da censura e do autoritarismo achando que seriam imunes. Pois bem, o ovo eclodiu e a violência agora bate à porta de quem ajudou a criá-la.

Não há mais espaço para isenção de fachada. A liberdade de expressão e a democracia real só serão restauradas quando instituições como o Senado tomarem as rédeas e pararem de aceitar o arbítrio. É hora de colocar a liberdade de volta no seu lugar de direito.

Avante! 🇧🇷

terça-feira, 10 de março de 2026

Gestão Toni Cunha apresenta avanços significativos na saúde de Marabá no primeiro ano de governo


O primeiro ano da gestão do prefeito Delegado Federal Toni Cunha (PL), eleito para o mandato de 2025 a 2028, encerra-se com indicadores positivos na rede pública de saúde, revelando um cenário de expansão nos atendimentos e melhoria na eficiência hospitalar. Com uma população de aproximadamente 300 mil habitantes e a responsabilidade de ser o polo de saúde para mais de 20 municípios da região, Marabá enfrenta desafios estruturais históricos, mas os números de 2025 apontam para uma mudança de patamar nos serviços oferecidos pelo Hospital Municipal de Marabá (HMM) e pelo Hospital Materno Infantil (HMI).

Expansão de Atendimentos e Cirurgias

De acordo com dados oficiais comparativos entre 2024 e 2025, a rede municipal registrou um crescimento em praticamente todas as frentes de atuação sob o comando de Toni Cunha. O destaque principal fica para os atendimentos no Pronto Atendimento (PA) do HMM, que saltaram de 109.260 em 2024 (gestão Tião Miranda) para 120.384 em 2025, um aumento expressivo de mais de 11 mil atendimentos.

A produtividade cirúrgica também apresentou evolução, com 3.960 procedimentos realizados no HMM em 2025, superando os 3.877 do ano anterior. Esse avanço é crucial para uma cidade que absorve a demanda de cidades vizinhas, aliviando a pressão sobre o sistema regional.

Maternidade e Imunização em Alta

No Hospital Materno Infantil (HMI), os números refletem um fortalecimento da assistência à mulher e à criança. O número de partos realizados subiu de 4.361 para 4.806, um acréscimo de 445 nascimentos assistidos pela rede municipal. Paralelamente, as internações no HMI cresceram em 303 casos, totalizando 6.871 em 2025.

A prevenção também foi prioridade: Marabá aplicou 212.878 doses de vacinas ao longo do primeiro ano da gestão de Toni Cunha, superando as 210.722 doses aplicadas no último ano da gestão anterior.

Redução da Mortalidade: O Indicador Mais Crítico

O dado mais celebrado pela atual administração é a redução no número de óbitos no Hospital Municipal. Enquanto em 2024 foram registrados 363 óbitos, em 2025 esse número caiu para 341. A redução de 22 mortes, em um contexto de aumento global de atendimentos e internações, sugere uma melhoria na qualidade do suporte clínico e na agilidade do atendimento de urgência.

O Posicionamento do Prefeito

Em suas redes sociais, o prefeito Delegado Federal Toni Cunha enfatizou que os resultados são fruto de um investimento sem precedentes. "Ninguém investiu mais que o atual governo nos últimos 20 anos", afirmou o gestor do Partido Liberal, reconhecendo, porém, que o caminho ainda é longo. "Há problemas históricos que estão sendo enfrentados e demandam tempo. Há muito para fazer, e estamos fazendo".

O prefeito também aproveitou para rebater críticas políticas, classificando ataques de opositores como tentativas de "extorquir o governo" e "tripudiar sobre mortes". Para Toni Cunha, a resposta aos adversários vem através dos indicadores técnicos: "Mas nada vencerá o trabalho, a verdade e a justiça".

Desafios como Polo Regional

A complexidade da saúde em Marabá reside no fato de a cidade operar como um polo para o sul e sudeste do Pará. O desafio de gerir o HMM, o HMI e o Hospital Regional exige um equilíbrio constante entre o atendimento à população local e a demanda flutuante das mais de 20 cidades vizinhas. Os números de 2025 indicam que, apesar da pressão migratória e das carências estruturais, a gestão de Toni Cunha conseguiu ampliar a oferta de serviços e, mais importante, preservar mais vidas.