segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Fevereiro: Nikolas continua “caminhando”... até Marabá
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| Nikolas recebe apoio de um dos principais líderes de direita em Marabá, o prefeito Toni Cunha |
O fim anuncia
um novo começo. A jornada do deputado federal Nikolas Ferreira, intitulada
“Caminhada pela Liberdade e Justiça”, teve início em 19 de janeiro e chegou ao
seu destino final, Brasília, no domingo, 25 de janeiro de 2026. Porém, Nikolas
segue “caminhando” até Marabá — entenda-se o termo como o ato de influenciar a
pauta política local.
Na verdade, os
passos do jovem parlamentar tiveram impactos até na política paraense. Muitos
cidadãos de várias cidades do Pará cobraram que seus representantes direitistas
estivessem presentes, marcando a história em um ato de resistência política das
direitas brasileiras.
Em Marabá,
grande parte da população que se identifica como conservadora e muitas
lideranças de direita estão reunidas e unidas em torno do atual prefeito, o
delegado federal Toni Cunha. O que o prefeito e arquiteto de formação Abílio
Brunini representa para Cuiabá, Toni representa para Marabá. Ambos os gestores
têm alcançado um nível de postura republicana, gestão e respeito às diferenças
que somente verdadeiros líderes democráticos possuem.
Entre os
movimentos de direita existentes no Pará, assim como no Mato Grosso, é
extremamente necessário que os atuais prefeitos atuem chamando para si a
responsabilidade de manter governos produtivos, sem se esquecer dos princípios
que norteiam a direita ressurgente no Brasil — desde Olavo de Carvalho até o
surgimento do presidente Jair Messias Bolsonaro. Afinal, ainda há muita gente,
como o aposentado Barroso, tentando vencer e aniquilar o bolsonarismo.
Digo que
Nikolas está caminhando até Marabá porque, ao reparar nos “enunciados mais
significativos da modernidade” — isto é, os comentários do povo nas redes
sociais —, podemos entender o quanto o jovem deputado aterroriza os discursos e
a existência das esquerdas brasileiras.
O prefeito de
Marabá compartilhou uma breve mensagem reconhecendo os méritos e o peso
político do parlamentar mineiro. A caminhada de Nikolas dominou a pauta
política e os sentimentos de milhões de brasileiros no mês de janeiro. Contudo,
basta reparar no quanto os comentários daquelas pessoas que sofrem de alguma
afetação ou mesquinhez política contra Nikolas ou contra Toni indicam o quanto
elas se sentiram ofendidas.
Vamos dar voz à “ditadura dos ofendidos”: gente que fingiu demência ao dizer que não sabia qual era o sentido ou o objetivo da caminhada, mesmo vendo e ouvindo Nikolas anunciar em dezenas de vídeos que havia vários motivos. Estes iam desde o espiritual — confiar que Deus tem a solução para os problemas e as lutas de fé dos brasileiros — ao sociopolítico — alertar a população para os escândalos de corrupção durante o governo Lula 3.
Houve quem julgasse ser uma “palhaçada” pelo fato de os políticos que se uniram a Nikolas receberem salários altos. Houve o choro de quem fez ilações sobre “André Valadão com Banco Master”. Outros criticaram o fato de Nikolas dormir em “hotéis cinco estrelas” enquanto o povo não. Enunciaram até que as pautas de Nikolas seriam “inúteis”.
A ditadura dos
ofendidos é um muro de lamentações; é obra de gente que acredita que qualquer
motivo inexistente é mais que o suficiente para desejar o fim de Nikolas, da
mesma forma que desejaram ou celebraram o atentado contra Charlie Kirk.
No fim das contas, a caminhada de Nikolas chegou a Marabá para provar que ainda há bom senso e esperança para a população marabaense. Acorda, Brasil!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
A POLÍTICA DO BRASIL NO BOTE DA COMÉDIA
Será que o salva-vidas do Brasil será a comédia? A pergunta me ocorre diante do fato de a política brasileira estar afundando em escândalos, principalmente no cenário federal. A política do Governo Lula 3 e o ativismo judicial promovido por certos megalomaníacos no STF têm se tornado um susto diário — um absurdo, facilmente transformado em piada.
Em março, o comediante paraense Murilo Couto fará um show de stand-up comedy em Marabá, no Teatro Municipal
Eduardo Abdelnor, localizado na Folha 16 (Núcleo Nova Marabá). Um dos esquetes
de Murilo ironiza e satiriza tanto os absurdos quanto as lambanças do ministro Toffoli na condução do caso do Banco Master.
Embora seja papel da grande
imprensa comunicar o fato de Toffoli transformar o STF em uma espécie de sede
da Polícia Federal, relatar a falta de ética do ministro ao viajar com advogado
do Banco Master e repercutir que seus parentes têm finanças ligadas ao banco,
são os humoristas que realmente têm falado aos ouvidos do povo brasileiro.
Em outras palavras, a realidade
da política brasileira tem sido um dos materiais mais ricos e capazes de
produzir cortes virais nas mãos dos comediantes. Tratar a realidade política de
forma séria e juridicamente aceitável não tem sido suficiente para que o bom
senso e a égide da justiça voltem a imperar no Brasil.
Claro que, quando atacavam a
Direita — Bolsonaro, Nikolas e outros nomes do conservadorismo — os arautos do
humor, como Leo Lins, Marcelo Duque e Diogo Portugal, não sofriam a represália
que hoje enfrentam. Basta falarem um “ai” sobre o filho do Lula ou sobre a
careca do “Xandão” e sua digníssima, que logo passam a cogitar prisão, na mesma
toada do que já ocorreu contra Leo Lins.
Enfim, a luz de alerta acendeu.
Murilo Couto é mais um dos que colocam na própria testa o alvo do cancelamento.
E, a meu ver, é a melhor hora para vir a Marabá e também dar um choque de
realidade cara a cara.
E, por falar em alerta, deixo
outro: a grande preocupação é se, nos próximos capítulos do drama político
brasileiro, houver um plot twist. Isto é, se quem de fato vai dar o bote nos
comediantes, no melhor estilo cascavel, será o sistema. Veneno mata, mas não
tanto quanto os abraços dos afogados. Melhor que entrar em desespero é subir no
bote da comédia.






