A imagem não deixa dúvidas: a "violência política de gênero", termo tão caro a certos grupos, parece ter seletividade ideológica. Quando o alvo era apenas Bolsonaro, grande parte da imprensa (a Extrema-Imprensa) assistia de camarote, muitas vezes endossando o massacre.
Agora, a jornalista Malu Gaspar sente na pele o que é ser linchada pela esquerda enquanto o "sistema" — seja o da serpente sem dedo e barba ou o do careca de toga — é poupado.
Thaís Oyama aponta o óbvio: o feminismo se calou. Mas a verdade é que vocês, da imprensa, chocaram esse ovo por muito tempo. Alimentaram o monstro da censura e do autoritarismo achando que seriam imunes. Pois bem, o ovo eclodiu e a violência agora bate à porta de quem ajudou a criá-la.
Não há mais espaço para isenção de fachada. A liberdade de expressão e a democracia real só serão restauradas quando instituições como o Senado tomarem as rédeas e pararem de aceitar o arbítrio. É hora de colocar a liberdade de volta no seu lugar de direito.
Avante! 🇧🇷
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