Assista ao vídeo do advogado Eduardo Camargo no link acima ou aqui.
Essa sanha totalitária visa censurar a direita, avançando uma engrenagem de poder que desequilibra a democracia.
Sem resistência, o Brasil perde a paz, vítima de pautas ideológicas sem escrúpulos éticos. É urgente combater essa manipulação para restaurar o equilíbrio democrático no país.
Destaco: SABEMOS que causa da mulher é justa e necessária — ninguém nega a luta contra a violência que fere e vitima muitas mulheres. Mas políticos de esquerda (PT, PSOL e aliados) exploram essa bandeira para manipular a sociedade com dados distorcidos e narrativas ideológicas.
Manipulação de estatísticas
Os números de feminicídio são inflados ou mal classificados para alimentar pautas políticas. Casos em que uma mulher mata outra mulher (ou crimes sem motivação de gênero clara) acabam enquadrados como feminicídio, distorcendo a realidade e servindo de justificativa para leis mais repressivas.
Uso político da causa
Em vez de soluções reais, a esquerda transforma a defesa das mulheres em ferramenta eleitoral: discursos inflamados, leis autoritárias e estatísticas seletivas que ignoram falhas no sistema de registro e investigação. O resultado? Avanço de agendas ideológicas, não de proteção efetiva.
Falta de lisura nos dados
O sistema brasileiro de coleta de dados sobre violência contra a mulher é criticado por inconsistências e subnotificações seletivas.
Precisamos de transparência e rigor técnico — não de números manipulados para favorecer narrativas partidárias.
A luta das mulheres merece seriedade, não instrumentalização política. Chega de usar a dor real para ganhar votos!
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