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sábado, 28 de março de 2026

Brasileiro exilado morre na Argentina, graças ao Direito morto no Brasil

 

Repercutiu neste sábado, 28 de março, em alguns canais de notícia da chamada Extrema-Imprensa digital, como o Metrópoles, a morte de um brasileiro exilado na Argentina. O motivo? Foi condenado pelo Poder Judiciário, no Brasil, pelo suposto “Golpe de 8 de janeiro”, que teria derrubado a democracia em nosso país.

Quer saber como os quase 1.400 ocupantes das sedes dos três poderes iriam derrubar o Estado Democrático de Direito da República Federativa do Brasil? Assim, dando aquele golpe:

Aquele golpe com vendedores de pipoca e picolé invadindo igual MST e CUT fizeram muitas vezes;

Aquele golpe que arrastou até mendigo que estava em sua condição de rua na rua.

Aquele golpe com senhorinhas com a Bíblia Sagrada na mão;

Aquele golpe com mulheres orando de joelhos no Senado;

Aquele golpe com batom que escreve em estátua: “Perdeu, mané!”;

Aquele golpe em que Flávio Dino disse que não era responsável pelas imagens de quem depredou patrimônio público;

Aquele golpe em que Dias Toffoli caminhava pelo Congresso acompanhando os manifestantes, servindo água;

Aquele golpe com manifestantes sem armas;

Aquele golpe sem o Exército Brasileiro se envolver em nada, sem nenhum tanque de guerra nas ruas;

Aquele golpe sem o apoio de nenhum partido político interessado em governar o que sobraria depois;

Aquele golpe sem que nenhuma parte da grande imprensa nacional participasse;

Aquele golpe em que o presidente derrotado nas eleições, com ajuda do TSE, Supremo, Extrema-Imprensa e cia., estava em outro país;

Aquele golpe em que esse mesmo presidente, sabotado por desafetos abertamente conhecidos, ocupantes de instituições democráticas de nível federal, já havia passado o comando das Forças Armadas para o sucessor;

Aquele golpe em que o presidente forçado a perder foi à imprensa orientar abertamente o povo brasileiro a seguir o ritmo democrático, dentro das “quatro linhas da Constituição”.

Era esse golpe aí.

Julgado pelos togados que já tinham o sangue do Clezão nas mãos.

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