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segunda-feira, 27 de julho de 2026

A EXTREMA-ESQUERDA BRASILEIRA: VISÍVEL E “INVISÍVEL”


A extrema-esquerda brasileira está impossível! Ela não pode mais ser ocultada, escondida convenientemente.

Ela é uma bomba de sadismo! Esse episódio em que o “jovem” pré-candidato e comunista Jon Manoel afirma defender, SEM RESTRIÇÕES, “todas as formas de resistência do povo palestino”, ou seja, incluindo o estupro individual e grupal de mulheres, meninas e crianças, despenca como uma bomba terrorista, explodindo nas telas de celulares, TVs e redes sociais por todo o Brasil.

E agora? O que vamos fazer? Vamos continuar aceitando que, na opinião pública dos brasileiros, siga existindo, arquitetadamente, somente a extrema-direita? Isso não dá mais. O teatrinho tem que terminar.

Portanto, neste texto, infelizmente, sou obrigado a decretar e documentar o RG dos extremistas. Faço um desabafo, mas ele vem com fundamentação. Até quando as universidades, a imprensa, as artes e os poderes constituídos vão fingir que o totalitarismo esquerdista não fomenta a tensão e o caos? Vão fingir mesmo que a mentalidade da extrema-esquerda não segue promovendo a realidade de terrorismo vivida pelos brasileiros?

A extrema-imprensa internacional rotulou Charlie Kirk de extremista e conservador, praticamente chancelando o assassinato covarde que o vitimou. Isto é, o modo de operar da extrema-esquerda é o mesmo no mundo inteiro. De maneira sub-reptícia, a imprensa esquerdopata e seus ideólogos, especialistas de opinião comprada, desumanizam os adversários políticos da agenda woke, a fim de que os fanáticos não se sintam culpados e abjetos ao tentarem matar ou matarem, de fato, os conservadores. Afinal, eles não nos matam porque somos extrema-direita. Eles nos rotulam de extrema-direita para justificar nos matar.

Em outras palavras, isso é aquela velha artimanha leninista: “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”. É o estratagema que nunca caduca.

Na verdade, a manipulação linguística e o monopólio conceitual do que seja ou não um extremista operam diariamente nas mídias, nas academias e nos meios de produção cultural. Porém, pouco tem sido feito para denunciar esse mecanismo de manipulação psicológica empreendido pelos produtores das opiniões em forma de enlatados, que são derramadas e distribuídas com vilania na sociedade.


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