EINSTEIN PREPARAÇÃO

EINSTEIN PREPARAÇÃO
🚀Transforme seu sonho em aprovação! 🏆Top 1 em aprovações no ENEM e Concursos!

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Lei estadual inclui “Vem Louvar Pará” no calendário oficial e Marabá recebe etapa dia 18 abril
























O Festival “Vem Louvar Pará” agora faz parte do calendário oficial de eventos do Estado, graças à Lei nº 11.322/2026, de autoria do deputado estadual pastor Martinho Carmona

O tema foi destacado pelo parlamentar durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na sessão de ontem, dia 14 de abril de 2026.

A medida reforça o reconhecimento do festival e contribui para a continuidade das edições em diferentes regiões do Pará, levando programação voltada ao público gospel e às famílias para diversos municípios.

Destaque para Marabá 

Entre as próximas etapas confirmadas, Marabá receberá o evento no dia 18 de abril, próximo sábado, consolidando a cidade como um dos pontos da agenda oficial do festival no estado.

Outras cidades também receberão o evento
O “Vem Louvar Pará” já teve edições em Belém e Breves e segue sua programação com novas datas:
- Marabá: 18 de abril  
- Santarém: 2 de maio  

Ao encerrar sua fala na Alepa, o deputado ressaltou que dá toda honra e glória ao Senhor Jesus pela inspiração do projeto que resultou na lei.

sábado, 4 de abril de 2026

O desejo que nasce de uma falta literária

            

        Como lidar com as sensações que temos diante de desejos que não podemos realizar? Não falo de desejos proibidos de serem realizados, nem desejos ilícitos ou de práticas socialmente sabidas criminosas. Falo de coisas boas, que já foram vividas e que, de repente, começam a reanimar nossos sentimentos.

    Contudo, o tempo passou e o que foi vivido já foi vivido. E, muitas vezes, aconteceram coisas boas em nossas vidas que, por mais que elas tivessem o poder de nos beneficiar, no fundo a gente não via a hora de concluir o ciclo e prosseguir para a próxima fase da vida.

            É muito disso que senti. Senti o desejo por algo que já tive, mas que hoje é uma falta.

Há poucos dias fui tomado pelo desejo de invadir uma sala de aula em que pudesse estar acontecendo algum debate sobre a boa literatura. E era exatamente isso. Havia um buraco no peito, um desejo por mergulhar no universo da teoria literária com pessoas famintas por discutir seus pontos de vista e experiências estéticas sobre algum romance ou conto brasileiro.

Vejam bem. Não poderia ser uma sala de aula qualquer. Talvez até pudesse ser uma sala de aula qualquer no sentido de algo material ou geográfico. Ainda que fosse uma sala sem ar-condicionado, êta sofrimento! Ou ainda fosse distante da minha casa. Tinha que ser um espaço educacional em que houvesse, necessariamente, repito, necessariamente, as vozes fazendo inferências das estrofes de algum poema, atravessando a natureza de suas percepções com as demais áreas do conhecimento humano, impulsionando a produtividade do debate literário às alturas mais apoteóticas.

Era isso.

Como poderia ser isso? Bem, cursei Letras. Amei cursar. Obviamente, faz todo sentido. A beleza da arte literária é algo que se carrega para a vida inteirinha. Todas as boas e as infelizes vezes em que fomos desafiados a ter que labutar com textos artísticos, por mais que as circunstâncias fossem atrapalhadoras, era uma oportunidade de viver algo que só a poesia permite viver quando avançamos em seu universo.

Talvez fosse a aura que eu estivesse, novamente, querendo apreciar. Eu a aprecio sozinho com minhas leituras, com minha biblioteca pessoal. Mas, dessa vez, era diferente. Tinha um detalhe. Aquele círculo. Aquela roda de leitura. Aquele encontro entusiasmado para uns e maçantes para outros.

Era essa invasão que agora eu precisava lidar. Lidei. Não invadi. Mas, desejei. Por falta.

sábado, 28 de março de 2026

Brasileiro exilado morre na Argentina, graças ao Direito morto no Brasil

 

Repercutiu neste sábado, 28 de março, em alguns canais de notícia da chamada Extrema-Imprensa digital, como o Metrópoles, a morte de um brasileiro exilado na Argentina. O motivo? Foi condenado pelo Poder Judiciário, no Brasil, pelo suposto “Golpe de 8 de janeiro”, que teria derrubado a democracia em nosso país.

Quer saber como os quase 1.400 ocupantes das sedes dos três poderes iriam derrubar o Estado Democrático de Direito da República Federativa do Brasil? Assim, dando aquele golpe:


Aquele golpe com vendedores de pipoca e picolé invadindo igual MST e CUT fizeram muitas vezes;

Aquele golpe que arrastou até mendigo que estava em sua condição de rua na rua.

Aquele golpe com senhorinhas com a Bíblia Sagrada na mão;

Aquele golpe com mulheres orando de joelhos no Senado;

Aquele golpe com batom que escreve em estátua: “Perdeu, mané!”;

Aquele golpe em que Flávio Dino disse que não era responsável pelas imagens de quem depredou patrimônio público;

Aquele golpe em que Dias Toffoli caminhava pelo Congresso acompanhando os manifestantes, servindo água;

Aquele golpe com manifestantes sem armas;

Aquele golpe sem o Exército Brasileiro se envolver em nada, sem nenhum tanque de guerra nas ruas;

Aquele golpe sem o apoio de nenhum partido político interessado em governar o que sobraria depois;

Aquele golpe sem que nenhuma parte da grande imprensa nacional participasse;

Aquele golpe em que o presidente derrotado nas eleições, com ajuda do TSE, Supremo, Extrema-Imprensa e cia., estava em outro país;

Aquele golpe em que esse mesmo presidente, sabotado por desafetos abertamente conhecidos, ocupantes de instituições democráticas de nível federal, já havia passado o comando das Forças Armadas para o sucessor;

Aquele golpe em que o presidente forçado a perder foi à imprensa orientar abertamente o povo brasileiro a seguir o ritmo democrático, dentro das “quatro linhas da Constituição”.

Era esse golpe aí.

Julgado pelos togados que já tinham o sangue do Clezão nas mãos.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Bandidos não sentem vergonha. Sentem “justiça”.

Um microconto macabro.


O Brasil inteiro, hoje, sabe que o STF blindou, freou, deu reset às investigações contra quem roubou os aposentados e pensionistas do INSS.


Dá pra acreditar que há pessoas idosas sendo roubas com a ajuda do Poder Judiciário proibidor do prosseguimento da CPMI do INSS? 


Dá. Eis o espanto.

domingo, 22 de março de 2026

Maldades que já me fiz por amor

Não perceber que era maldade.

Fingir que não sofria.

Carregar toda a culpa

Carregar toda a culpa até quando sem culpa.

Pensar em amar pouco, amar menos, amar pequeno.

Pensar em não mais amar.

Não me defender.

Desprezar as próprias virtudes.

Paralisar bons trabalhos.

Julgar-me lento quando humanamente era necessário ser lento.

Parar o que eu não queria sequer atrasar.

Menosprezar, inclusive, os talentos mais notórios.

Ferir quem sou como se quem sou nunca bastasse.

Dizer nomes feios.

Não aproveitar o tempo de Graça.

Viver esquecido de que há Misericórdias matinais.

Não viver o remédio do meu choro.

Sepultar em vida o que não merecia morrer.

Encasular-me sem evolução.

Não aguentar com o peso que era justo que eu não aguentasse.

Cegar-me diante dos defeitos que proposito tratar.

Perder a fome.

Literalmente perder a fome.

E, o pior, parar de comer.